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Setor de rochas brasileiro reforça defesa contra tarifas em audiência nos EUA

  • podpedrapodcast
  • 7 de jul.
  • 2 min de leitura


O setor de rochas naturais do Brasil deu um passo importante na defesa de seus interesses no mercado americano. Nesta terça-feira (07), a Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) marcou presença em Washington, D.C., durante audiência pública do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). A participação, que integra a investigação da Seção 301 da legislação comercial dos EUA, contou com a representação do vice-presidente da entidade, Fábio Cruz, que defendeu a exclusão das rochas brasileiras das medidas tarifárias em debate.

Papel Estratégico e Impacto Econômico

Durante sua fala, a Centrorochas pontuou que o produto brasileiro é peça-chave na cadeia produtiva norte-americana, participando de processos de transformação, distribuição e instalação em solo americano. A associação alertou para a falta de materiais equivalentes no mercado local e os riscos que novas taxas trariam para empresas, investimentos e, consequentemente, para o custo final das obras de habitação e construção nos Estados Unidos.

Vale destacar que 99,9% do que o Brasil envia ao país são chapas semimanufaturadas, voltadas ao alto padrão residencial e comercial. Em números, o ano de 2025 consolidou o Brasil como um parceiro robusto, com o envio de 587 mil toneladas de rochas, movimentando um montante de US$ 795 milhões. A Centrorochas enfatizou que essa relação não fere a produção doméstica americana; pelo contrário, fortalece toda a cadeia que vai do importador ao construtor.  

Apoio da Indústria Americana

A tese brasileira ganhou tração com o suporte de entidades locais. O Natural Stone Institute (NSI), por meio de seu diretor executivo, Jim Hieb, endossou a importância de manter uma cadeia de suprimentos estável. O coro foi acompanhado por grandes players, a exemplo da distribuidora Pacific Shore Stones, que atua em 17 unidades espalhadas por seis estados americanos. Segundo estas empresas, a variedade e a qualidade técnica dos materiais brasileiros são indispensáveis, sendo impossível encontrar substitutos à altura no mercado imediato.

Fábio Cruz ressaltou que a atuação da associação vai além do combate a tarifas específicas, tratando-se de uma estratégia de longo prazo. “As rochas naturais brasileiras não representam uma ameaça à produção doméstica. Pelo contrário, complementam uma cadeia produtiva que gera empregos, investimentos e renda em diversos estados dos Estados Unidos”, concluiu o vice-presidente, reforçando que a exclusão das tarifas é um movimento que favorece tanto a competitividade corporativa quanto o bolso do consumidor americano.

Com informações de Karina Porto Firme, assessoria de comunicação.

Fábio Cruz (Centrorochas) e Jim Hieb (NSI)
Fábio Cruz (Centrorochas) e Jim Hieb (NSI)

 
 
 

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4 comentários


Tom
09 de ago.

Reading about the Brazilian stone sector fighting tariffs reminded me of a trip I took to Minas Gerais a few years back, when I visited a family‑run quarry that had been exporting marble to Europe for decades. The owner showed me stacks of perfectly cut slabs and explained how even a small duty increase could force them to shut down operations or switch to cheaper, lower‑quality stone. He talked about the delicate balance between protecting local jobs and staying competitive on the global market, and I could see the anxiety in his eyes when he mentioned recent trade talks https://www.afp.gov.au/news-centre/media-release/bitcoin-beachside-mansion-and-mercedes-benz-qld-man-forfeits-more-61 It’s striking how similar the situation feels now, with the same fear of losing market access echoing across continents. I…


betzillo

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Terrell
Terrell
08 de ago.

This is such an interesting topic. It actually reminded me of a time a few years back when I was trying to import some artisanal ceramics from a small European country for my shop. Suddenly, out of nowhere, there were these new import duties that made the whole endeavor completely unfeasible. It felt like such a slap in the face, especially when you're trying to support small businesses and bring unique products to market https://www.nytimes.com/2009/06/10/business/10poker.html?_r=12 I remember spending weeks trying to understand the regulations and fighting against them, only to realize it was a losing battle. It's frustrating to see how easily trade barriers can pop up and disrupt livelihoods, especially for industries that are trying to grow. I hope…


bizzo

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Mitchell
Mitchell
06 de ago.

This headline really struck a chord with me. It brought back memories of a time when my family’s small business faced similar challenges with international trade policies. We dealt in artisanal crafts, and a sudden tariff on imported raw materials threatened to cripple our production. It felt so unfair, like all our hard work and dedication were being jeopardized by decisions made continents away https://en.wikipedia.org/wiki/Game We spent weeks researching, writing letters, and even participated in a local town hall to voice our concerns. It was exhausting, but we felt it was crucial to stand up for what we believed in. I hope the Brazilian stone sector finds a successful resolution and that their arguments are heard loud and clear. It’s…


Lucky Elf Casino

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Louis Powell
Louis Powell
06 de ago.

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